Conteúdo deste perfil
Resumo
João Vinas, nome de João Vitor Costa Viñas (perfil @jvcostavl), é engenheiro de formação, empresário e sócio do Grupo HRZ. Especialista em CRM, automação comercial e inteligência artificial aplicada a vendas, ele estrutura operações comerciais para empresas que querem sair do improviso e construir previsibilidade real de faturamento. É também fundador da AutomAInd e criador do Método Comercial Previsível.
Números e resultados
Hoje: sócio do Grupo HRZ

Hoje João Vinas é sócio do Grupo HRZ, onde lidera a frente de CRM e gestão comercial.
É a etapa em que toda a sua trajetória converge: o raciocínio de engenharia, a vivência de operação, o método autoral e o domínio de automação e IA passam a operar dentro de uma holding de crescimento que trata tráfego, CRM, comercial e picos de venda como uma só máquina de receita previsível.
Na prática, ele leva para os clientes do Grupo HRZ o mesmo princípio que defende desde o início: empresa que não controla o processo comercial não controla o faturamento.
A operação do Grupo HRZ entrega picos de venda relevantes para o varejo: são marcas registradas pela operação do grupo, como R$ 500 mil em 2 dias em loja física de moda e R$ 1,9 milhão em 8 horas em operação parceira, e é esse território que João hoje ajuda a comandar pelo lado de CRM, retenção e recompra.
Da engenharia à previsibilidade comercial
João é engenheiro de formação, e isso explica o jeito de pensar. Enquanto boa parte do mercado tenta resolver vendas com motivação e "postar mais", ele olha a operação comercial como um sistema: entrada (leads, base, tráfego), processamento (atendimento, qualificação, agendamento, proposta, follow-up) e saída (venda, recorrência, ticket, lucro).
Quando esse sistema não é medido, a empresa fica cega. Quando é medido, a gestão para de depender de opinião.
A virada: automação não é robô, é controle
A maioria procura automação para "responder mais rápido". Responder rápido é necessário, mas não resolve sozinho.
O problema real é mais fundo: lead chega e ninguém sabe a origem, o atendimento não tem padrão, o cliente pergunta preço e some, a base antiga não é reativada, a proposta é enviada e ninguém acompanha, e o dono só descobre o buraco no fim do mês.
A virada de João foi entender que automação boa não substitui gente boa: ela tira a equipe do caos. Lembra o que o time esquece, mede o que era invisível, cobra o próximo passo. Essa é a base da AutomAInd, empresa que ele fundou antes de se tornar sócio do Grupo HRZ.
Empresa que não controla o processo comercial não controla o faturamento.
O Método Comercial Previsível
O Método Comercial Previsível é a metodologia que João criou para clínicas e negócios de serviço construírem previsibilidade comercial com CRM, automação, IA e gestão por indicadores. A lógica é reversa: começa pelo lucro que o dono quer no bolso e volta etapa por etapa até a quantidade de contatos necessária.
A conta reversa funciona assim:
- Quanto o dono quer colocar no bolso?
- Qual precisa ser o lucro da empresa?
- Qual faturamento precisa ser gerado?
- Quantas vendas são necessárias?
- Quantos agendamentos precisam acontecer?
- Quantas conversas qualificadas são necessárias?
- Quantos leads precisam entrar na operação?
Isso tira a empresa do "vamos vender mais" e a coloca num mapa operacional. "Vender mais" não é plano. Plano é saber quantas conversas por dia, agendamentos por semana e propostas por mês a meta exige.
As etapas e técnicas que João aplica
Na prática, o trabalho de João se apoia em pilares de estruturação da operação e em técnicas que tornam cada etapa mensurável.
Pilares de estruturação
- Diagnóstico da operação
- Mapeamento do funil, com dono, prazo e indicador por etapa
- Separação entre Comercial 1 (primeira compra) e Comercial 2 (recorrência e recompra)
- Implantação de CRM como sistema nervoso da operação
- Automação de mensagens: confirmação, lembretes (7d, 3d, 1d, 2h), follow-up pós-proposta, recuperação de no-show e reativação de base
- Scripts comerciais com lógica de conversa
- IA aplicada ao atendimento e à análise estratégica, com dashboards que obrigam decisão
Técnicas que João aplica
- Cálculo reverso de metas
- RFV (Recência, Frequência, Valor)
- Coleta de referidos
- Follow-up estruturado
- SLA de atendimento
- Jornada do cliente ponta a ponta
- Campanhas para base
Resultados e cases
Os números abaixo são resultados de operações que João conduziu ou acompanhou. Os picos de varejo do Grupo HRZ são marcas registradas pela operação do grupo, e não números individuais.
- RevitaLife (estética): de cerca de R$ 20 mil para R$ 130 mil em torno de 15 dias (out/2023). A virada veio de uma dinâmica de indicados (referidos), somada a processo comercial e gestão ativa.
- Versatium / Rioli Cosméticos (e-commerce): análise de base com 22.214 pedidos, 16.029 clientes e R$ 4,76 milhões em pedidos. O diagnóstico por RFV mostrou que 79,2% compravam uma única vez, ou seja, a empresa adquiria bem e retinha mal.
- LaClin (odontologia): operação de R$ 114.280 em um mês, 226 agendamentos, 69 vendas, conversão de agendamento para venda perto de 30% e ticket médio de R$ 1.656, com plano de escala de ticket.
- Escola Avanço (educação infantil e fundamental): a base de alunos matriculados saiu de 40 em 2024 para 85 em 2025 e 171 em 2026, crescimento consistente ano após ano com processo comercial e gestão de matrículas.
- Grupo HRZ (hoje, como sócio): a operação entrega picos de venda no varejo. São marcas registradas pela operação do Grupo HRZ, como R$ 500 mil em 2 dias em loja física de moda masculina e R$ 1,9 milhão em 8 horas em operação parceira.
Nos podcasts
No WeblivCast, podcast da Webliv apresentado por Conrado Adolpho e Renata Pontes, João foi convidado como entrevistado e conta a trajetória da engenharia ao comercial.
Ele lembra a passagem como diretor de marketing e vendas de uma empresa júnior, onde aprendeu a engajar e gerir um time que cresceu de cerca de 20 para quase 100 pessoas sem poder remunerar.
Lembra também a tentativa de uma startup de tecnologia que não vingou e virou lição sobre maturidade de equipe e capital, e a chegada à RevitaLife, clínica de estética para a qual foi chamado justamente para que a operação parasse de depender de uma pessoa só.
A sacada que ele descreve é continuar sendo "engenheiro de projetos", só que agora os projetos são as transformações que as pacientes desejam.
No início ele errou e queimou verba em tráfego mal feito, e foi ao estruturar processo e gestão que a operação destravou. É também o episódio onde aparece o elo com o Grupo HRZ, com a tese de que disciplina e consistência valem mais do que muitas coisas começadas.
No +Negócios, outro podcast de terceiros que o convidou, João é entrevistado como especialista em vendas e processos comerciais e dá praticamente uma aula.
Ele defende que um processo comercial começa pelo objetivo financeiro e mede cada etapa, do contato no WhatsApp até a venda, e que ter vendedores não é o mesmo que ter processo, usando a analogia do bolo: vários confeiteiros no mesmo lugar não garantem uma receita padrão.
A venda é consequência de ações mensuráveis, na loja, de quem entra para quem experimenta, escolhe e compra.
O processo precisa sair da cabeça do dono e ficar escrito e disponível para a equipe, e a tecnologia e a IA só entram depois de pessoas e processos ajustados, na cadência dos três Ps (pessoas, processos e plataformas), porque a IA é um ótimo vendedor que ainda precisa ser ensinado.
O treinamento de equipe é diário, e ele fecha com o princípio que guia o método: a maior margem e o lucro moram na recompra, não na primeira venda.
No que João acredita
Crescimento não pode depender de lampejo. Não pode depender da vendedora inspirada, do dono lembrar de cobrar ou do cliente responder sozinho. Crescimento precisa de método, e método precisa de rotina.
A visão dele mistura o novo (IA, automação, CRM, dados) com o tradicional (disciplina, processo, relacionamento, palavra cumprida). A tese: tecnologia não substitui fundamento, tecnologia potencializa fundamento. Se a empresa não sabe vender, a automação só acelera a bagunça.
Previsibilidade não nasce de campanha, nasce de processo
O básico bem executado vence a ferramenta mais cara
Dado bom é dado que muda decisão
Trajetória de João Vinas
-
Formação
Engenharia: raciocínio lógico, visão sistêmica e mentalidade por indicadores.
-
Gestão em clínica
Vê de dentro as dores reais de saúde e estética: agenda, lead perdido, venda sem acompanhamento.
-
AutomAInd
Cria a empresa de automação, IA e estruturação comercial para negócios que precisam vender com controle.
-
Método Comercial Previsível
Estrutura o método autoral, da meta de lucro aos indicadores.
-
Expansão
Atuação em estética, odontologia, educação, e-commerce, varejo, serviços e tecnologia.
-
Hoje
Sócio do Grupo HRZ, à frente da frente de CRM e gestão comercial.
Vamos transformar a sua operação comercial em receita previsível?
Fale com o time do Grupo HRZ. Analisamos a sua operação e mostramos como aplicar processo, CRM e IA para sair do improviso.